Resposta rápida
A reforma de sofá retrátil costuma custar mais que a de um sofá fixo porque exige desmontagem, revisão do mecanismo, teste de movimento e, muitas vezes, troca de espuma. Em SP, a faixa varia conforme tamanho, tecido e estado dos trilhos.
Por que o retrátil custa mais?
O retrátil tem peças móveis que recebem peso diariamente. Quando o assento abre e fecha, trilhos, roldanas, parafusos, percintas e espuma trabalham juntos. Por isso, uma boa reforma não troca só o tecido: ela testa o conjunto inteiro.
- Mecanismo: trilhos tortos, peças frouxas ou falta de lubrificação.
- Espuma: assento afundado ou deformado pelo uso.
- Estrutura: madeira ou base com folga.
- Tecido: precisa resistir ao atrito do abre-fecha.
O que avaliar antes de pedir orçamento
Envie fotos do sofá aberto e fechado, além de vídeo curto mostrando o movimento. Isso ajuda a separar uma reforma estética de uma reforma mecânica.
Sinais de que o mecanismo precisa revisão
- Assento trava no meio do curso.
- Um lado abre mais que o outro.
- Barulho metálico ou rangido constante.
- Assento fica inclinado quando aberto.
- Peças soltas aparecem embaixo do sofá.
Quando trocar espuma junto?
Quase sempre vale avaliar. Em retráteis, a espuma sofre mais no centro do assento. Se ela está afundando, trocar só o tecido deixa o sofá bonito, mas não devolve conforto. Em geral, usamos D33 ou D45 conforme firmeza desejada.
Tecido ideal para sofá retrátil
Procure tecidos com boa resistência a atrito: chenille tratado, suede premium, veludo de boa gramatura, linho misto ou couro sintético premium. Tecidos muito delicados podem marcar nas áreas de dobra.
O erro comum: orçamento só por metragem
Dois sofás com a mesma largura podem ter custos diferentes se um deles tiver mecanismo desalinhado. O correto é orçar tecido, espuma e revisão mecânica separadamente, para você entender o que está pagando.
LP recomendada
Para pedir diagnóstico, veja a página de reforma de sofá retrátil em São Paulo.